A cidade de Nova York contará com cinco fan zones oficiais com acesso gratuito durante a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá entre 11 de junho e 19 de julho.

Nova York entra oficialmente no clima da Copa do Mundo de 2026 com uma estratégia que vai além dos jogos. A Prefeitura de Nova York anunciou a criação de cinco fan zones gratuitas espalhadas pelos cinco distritos da cidade, transformando o destino em um dos principais centros de celebração do torneio.
A proposta é clara: democratizar o acesso à Copa do Mundo FIFA 2026 e integrar a cidade ao circuito global do evento — mesmo sem sediar todas as partidas.
Com telões gigantes, programação cultural e gastronomia local, as fan zones funcionam entre junho e julho de 2026 e reforçam o posicionamento de Nova York como hub turístico durante o período.
FAN ZONES EM NOVA YORK
Na Big Apple, as “FIFA Fan Fests” serão instaladas no complexo Billie Jean King, no Queens; no Rockefeller Center, em Manhattan; no Bronx; no Parque Comunitário do Hospital Universitário de Staten Island; e no parque da Ponte do Brooklyn.
Rockefeller Center, em Nova York, ganhará Fan Village na Copa do Mundo 2026

O Rockefeller Center se prepara para assumir um papel central durante a Copa do Mundo FIFA 2026, com uma série de ativações que transformam o espaço em um verdadeiro ponto de encontro global para fãs do esporte.
O Fan Village, em parceria com a NYNJ World Cup 26, anunciou novidades estratégicas que reforçam esse posicionamento: a abertura de três lojas oficiais do torneio e a nomeação do Top of the Rock como o mirante oficial da Copa na região de Nova York e Nova Jersey.
Um polo oficial de experiências da Copa
Durante o período do evento, o Rockefeller Center ganha ainda mais relevância ao concentrar diferentes experiências em um único circuito. Os visitantes poderão acessar três pontos de venda de produtos oficiais da FIFA dentro do complexo: uma loja principal na Rua 51 (com inauguração prevista para meados de maio), a Top of the Rock Shop — integrada à experiência do mirante a partir de 11 de junho — e uma loja pop-up na Rockefeller Plaza, com abertura programada para 6 de julho.
De camisas de seleções a itens colecionáveis, os espaços foram pensados para transformar o consumo em parte da experiência emocional do torneio — algo cada vez mais estratégico em eventos esportivos globais.
O mirante como extensão da experiência
A escolha do Top of the Rock como mirante oficial amplia a narrativa do Fan Village. Mais do que um ponto turístico, ele passa a funcionar como uma extensão da experiência da Copa, conectando a energia das ativações no térreo com uma vista panorâmica de Nova York.
A partir de meados de maio, visitantes que adquirirem ingressos para o mirante terão ainda um benefício adicional: 10% de desconto em produtos oficiais nas lojas do complexo — uma estratégia clara de integração entre experiência e consumo.
Um cenário icônico transformado pelo futebol
No centro de tudo, a tradicional pista de patinação The Rink será completamente ressignificada. Durante o período de 6 a 19 de julho, o espaço se transforma em um campo de futebol e palco principal para transmissões ao vivo dos jogos.
Ao redor, a programação inclui música ao vivo, ativações culturais e experiências interativas, consolidando o Rockefeller Center como um dos principais hubs da Copa nos Estados Unidos.
Outras ativações para o público
A proposta vai além da transmissão de jogos e do varejo:
- Transmissões ao vivo dos jogos diretamente do local, criando uma atmosfera de estádio em plena cidade.
- O “Jardim dos Campeões”, nos Gardens do Canal, prestará homenagem às seleções campeãs e aos momentos históricos do torneio.
- As áreas de fãs distribuídas pela praça funcionarão como um festival contínuo, integrando esporte, cultura, entretenimento e experiências de marca.
Uma estratégia clara de posicionamento
Mais do que um espaço de entretenimento, o projeto posiciona o Rockefeller Center como um dos epicentros da Copa do Mundo nos Estados Unidos — combinando turismo, mídia, varejo e experiência em uma única plataforma.
É o tipo de movimento que mostra como grandes destinos urbanos estão sendo redesenhados para eventos globais: não apenas como palco, mas como protagonistas da experiência.
As cinco áreas de fãs terão capacidade entre 5.000 e 10.000 pessoas. A de Manhattan estará no Rockefeller Center entre 6 e 19 de julho e a de Queens estará nas instalações do US Open de 11 a 27 de junho.
O Brooklyn será o único distrito que terá uma zona de fãs durante toda a Copa do Mundo (13 de junho a 19 de julho) no Brooklyn Bridge Park, enquanto o Bronx e Staten Island durará apenas dois e quatro dias, respectivamente.
CONFIRA TODAS AS FAN ZONES EM NOVA YORK:
Queens
USTA Billie Jean King National Tennis Center (Flushing Meadows)
11 a 27 de junho
Manhattan
Rockefeller Center
6 a 19 de julho
Brooklyn
Brooklyn Bridge Park (Dumbo)
13 de junho a 19 de julho
Bronx
Bronx Terminal Market
13 e 14 de junho
Staten Island
Staten Island University Hospital Community Park
29 de junho a 2 de julho
O Comitê Organizador de Nova York disponibilizou um site para reservar vagas em cada uma dessas áreas, que, com exceções como Los Angeles e Nova Jersey, serão gratuitas na maioria das demais cidades-sede dos Estados Unidos.
Nova York e Nova Jersey esperam receber mais de um milhão de visitantes e mais de US$ 3 bilhões em receitas adicionais, segundo os organizadores.
CIDADES-SEDE DA COPA DO MUNDO 2026 (EUA)
Além da experiência em Nova York, o torneio acontece em diversas cidades estratégicas dos Estados Unidos, ampliando o potencial turístico:
- New York / New Jersey (MetLife Stadium)
- Los Angeles
- Miami
- Orlando
- Atlanta
- Dallas
- Houston
- Seattle
- San Francisco (Bay Area)
- Boston
- Philadelphia
- Kansas City
Além dos jogos no Canadá e México, completando o maior Mundial da história.
A Copa de 2026 marca uma mudança de escala no turismo esportivo. Não se trata apenas das cidades-sede, mas de uma rede de destinos conectados que ampliam a experiência do visitante.
Nova York, com suas fan zones, entra como protagonista mesmo fora do circuito principal de jogos, criando uma alternativa estratégica para quem quer viver o evento sem necessariamente ter ingressos para as partidas.
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