Parques da Disney geram US$ 67 bilhões e sustentam 403 mil empregos nos EUA

Em junho de 2025, a The Walt Disney Company divulgou um estudo oficial com dados inéditos sobre o impacto econômico de seus complexos de parques temáticos nos Estados Unidos.

Conduzido pela consultoria Oxford Economics (via Tourism Economics), o relatório revelou que os resorts Walt Disney World (Flórida) e Disneyland Resort (Califórnia) movimentaram juntos mais de US$ 67 bilhões e sustentaram mais de 403 mil empregos diretos e indiretos em todos os 50 estados norte-americanos.

Os dados completos podem ser acessados aqui:
disneyconnect.com/parks-economic-impact-combined

Esses números reforçam a força dos parques Disney como motores econômicos — impulsionando pequenas empresas, fortalecendo arrecadação pública e elevando os padrões de hospitalidade, mobilidade e experiência do cliente.

Sucessão na Disney: holofotes sobre Josh D’Amaro e Dana Walden

A divulgação do relatório ocorre em meio à corrida para suceder Bob Iger, CEO da Disney, cujo mandato vai até dezembro de 2026. O conselho da empresa já indicou que pretende anunciar um novo líder até o início de 2026.

Entre os principais cotados estão:

  • Josh D’Amaro, presidente da Disney Experiences (segmento que reúne parques, cruzeiros, resorts e produtos licenciados) — com forte visibilidade após liderar planos de expansão e resultados recordes do setor.
  • Dana Walden, co-presidente da Disney Entertainment, respeitada executiva da televisão e streaming, conhecida por sua influência criativa e conexão com talentos e agentes de Hollywood.

Forças e desafios de cada candidato

Josh D’Amaro

  • Forças: ampla experiência operacional em parques e resorts, forte identidade com o segmento mais rentável da empresa e reputação de liderança acessível e estratégica.
  • Desafios: ainda precisa conquistar maior credibilidade junto à comunidade criativa de Hollywood e aos estúdios, historicamente resistentes a líderes de perfil mais operacional.

Dana Walden

  • Forças: prestígio no setor criativo, trajetória sólida em TV e streaming e capacidade de fortalecer os laços com artistas e criadores.
  • Desafios: menor experiência com operações e gestão de experiências físicas, o que pode pesar em uma empresa fortemente apoiada em parques e resorts.

Enquanto D’Amaro tem se destacado em conferências de investidores e iniciativas de expansão — incluindo um plano de US$ 60 bilhões e o acordo bilionário com a Epic Games (criadora do Fortnite) — Walden vem reforçando sua visibilidade no setor criativo, recebendo prêmios como o International Emmy Founders Award 2025.

Parques seguem como pilar central da Disney

Os parques permanecem entre os ativos mais valiosos da empresa. Segundo o TEA/AECOM Theme Index 2023 (a edição de 2024 será divulgada ainda neste mês de setembro), o Magic Kingdom manteve-se como o parque temático mais visitado do mundo, com 17,72 milhões de visitantes — e a Disney ocupa 8 das 10 primeiras posições do ranking global.

Em termos financeiros, o segmento Disney Experiences registrou receita recorde de US$ 34,1 bilhões no ano fiscal de 2024, um crescimento de 5% em relação ao ano anterior. O desempenho evidencia a força contínua das experiências físicas como um dos pilares centrais da empresa.

Jornal Wish Travel - canal B2B da revista Orlando Wish
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