O segmento corporativo volta a assumir protagonismo na hotelaria global em 2026, impulsionado principalmente pelo crescimento das viagens realizadas por pequenas e médias empresas.
A Choice Hotels reportou crescimento de 3% na receita proveniente de viagens corporativas no primeiro trimestre, com destaque para um avanço expressivo de 14% no segmento de PMEs.
Já a Hilton apresentou um crescimento de 3,6% no RevPAR global comparável e revisou sua projeção anual para um crescimento entre 2% e 3%.
Mudança no perfil da demanda
O novo ciclo do turismo corporativo apresenta características distintas do período pré-pandemia:
• maior fragmentação da demanda
• crescimento de viagens individuais em vez de grandes grupos
• aumento do bleisure (business + leisure)
• foco em eficiência e custo-benefício
Impacto no mercado
• tarifas hoteleiras em centros urbanos
• ocupação durante dias de semana
• demanda por eventos e convenções
• estratégias comerciais de hotéis
Essa retomada influencia diretamente:
O crescimento das PMEs como motor do turismo corporativo indica um mercado mais descentralizado e resiliente.
Para o trade:
• abre oportunidades para produtos flexíveis
• aumenta a demanda por experiências híbridas
• reforça a importância de localização e conectividade
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