Dólar em queda anima brasileiros e torna viagem para Orlando mais viável

Boa notícia para quem  está planejando viajar para Orlando!

Quando o dólar dispara e o bolso aperta, o sonho parece mais distante…
Mas as projeções mais recentes reacenderam a esperança com boas notícias!

Segundo projeções do Goldman Sachs, o dólar pode cair para R$ 5,20 nos próximos meses e chegar a R$ 5,10 ainda em 2025, com tendência de estabilidade até 2026.

Isso significa que o sonho de viajar para os Estados Unidos pode ficar mais viável, especialmente para famílias que desejam curtir a Disney, a Universal e todas as novidades que Orlando reserva.

Segundo o Goldman Sachs, o dólar pode cair para R$ 5,20 nos próximos meses e chegar a R$ 5,10 ainda em 2025. Isso anima quem já está sonhando com viagens internacionais — e claro, com os parques de Orlando.
Boa notícia para quem  está planejando viajar para Orlando!

O mercado financeiro viveu um dia de festa, nesta sexta-feira (22/8), no Brasil e no mundo. Declarações do presidente do Federal Reserve(Fed, o Banco Central dos Estados Unidos), Jerome Powell, indicando a possibilidade de corte de juros na próxima reunião da autoridade monetária norte-americana, em setembro, foram recebidas com uma onda de otimismo que se espalhou pelos principais mercados do mundo.

Jerome Powell sinaliza corte de juros nos EUA e Goldman Sachs projeta dólar em R$ 5,10. O que esperar para o câmbio e viagens internacionais?

Nos últimos dias, ganhou repercussão a notícia de que o Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento do mundo, projeta o dólar em R$ 5,10 nos próximos seis meses e em R$ 5 para o fim de 2026. 

O banco, fundado em 1869 e sediado em Nova York, é considerado uma das instituições financeiras mais influentes do planeta, responsável por relatórios que costumam orientar decisões de investidores globais.

Pra quem é das antigas, no dia em que o Plano Real foi criado, em 1994, R$ 1 valia US$ 1 (quem lembra?)

Mas ao longo das últimas três décadas, o dólar passou a flutuar ao compasso de crises econômicas, eleições presidenciais, reformas fiscais e tensões geopolíticas até chegar ao atual patamar.

Embora o real tenha apresentado um desempenho mais fraco em relação a outras divisas emergentes na última semana, diante de divergências entre o governo dos Estados Unidos e o Supremo Tribunal Federal (STF), o Goldman Sachs continua a ver um caminho positivo para a moeda brasileira à frente. “Com o maior diferencial de juros do universo das moedas emergentes por ampla margem, esperamos que os retornos totais de posições compradas em real continuem positivos”, escrevem os estrategistas do banco americano.

Em relatório enviado a clientes nesta sexta-feira, o Goldman Sachs continua a sustentar em seu cenário-base projeções amplamente positivaspara a trajetória do câmbio doméstico. Para o banco, o dólar deve cair para R$ 5,20 no horizonte de três meses e, posteriormente, para R$ 5,10 em seis meses e em 12 meses

Outras fontes internacionais de grande credibilidade vêm divulgando uma expectativa de estabilidade do real.

O que esperar da oscilação do dólar no país até o próximo ano?

Según do divulgado hoje na revista Veja, o Banco Daycoval publicou recentemente estudo sobre o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos e como esse fator atenua os efeitos dos riscos domésticos e externos sobre a taxa de câmbio.

No momento, os juros elevados no Brasil, em comparação aos EUA, têm ajudado a manter o dólar sob controle, mesmo em meio a incertezas políticas, fiscais e externas.

A expectativa é de que esse cenário continue até o fim de 2025, já que o Federal Reserve (Fed) deve cortar juros nos Estados Unidos enquanto a Selic deve permanecer em 15%. “Com a aproximação do período eleitoral, podemos ver maior oscilação a partir do segundo semestre de 2026. Atualmente, nossa expectativa para a taxa terminal de câmbio está em R$/US$ 5,75 para o final do próximo ano, mas o grau de confiança é baixo justamente pelo aumento das incertezas”, afirma Barros.

Importante destacar que a relação no fim do ano passado era a de que um dólar valia mais de 6 reais. Hoje, essa relação está em torno de 5,40 reais.

Para quem sonha com viagens internacionais, como uma ida à Orlando, por exemplo, o comportamento do câmbio segue sendo fator decisivo no planejamento. Apesar de algumas projeções indicarem espaço para queda, o cenário global ainda é incerto e pode mudar de acordo com a política monetária dos Estados Unidos, a situação fiscal no Brasil e até mesmo tensões geopolíticas.

Dados Oficiais sobre Turistas Brasileiros na Flórida

Visit Florida (2024)

  • Em 2024, a Flórida registrou 143 milhões de visitantes, um novo recorde, superando os 140,6 milhões de 2023.
  • Deste total, cerca de 8,9 milhões eram visitantes internacionais, incluindo 1,2 milhões de brasileiros, tornando o Brasil o segundo maior país de origem, atrás apenas do Canadá.
Total de visitantes na Florida em 2025

U.S. Travel Association (2018)

  • Dos brasileiros que visitaram os EUA, 55 % incluíram a Flórida em seus roteiros, com estadias médias de 10 noites

Panorama Geral (Bureau of Economic Analysis – USA)

  • A indústria de viagens e turismo nos EUA apresentou um incremento real de 7,0 % em 2023, retornando ao nível pré-pandemia de 2019. 
  • As viagens internacionais impulsionaram o setor por meio de gastos robustos com hospedagem, alimentação, transporte e entretenimento.

Em resumo geral:

-Em 2024, a Flórida foi destino de 1,2 milhões de brasileiros, consolidando-se como mercado turístico crescente e expressivo.

Visitantes anuais na Florida

-O gasto médio dos brasileiros nos EUA, mesmo antes da pandemia, foi alto — US$ 5.200, com mais da metade visitando a Flórida e ficando cerca de 10 noites.

Quanto os viajantes gastam na Florida

    Esses dados mostram que, mesmo diante de incertezas globais e flutuações cambiais, a tendência do turismo brasileiro para a Flórida continua robusta — e que eventuais quedas no dólar podem tornar o sonho da viagem ainda mais realizável.

    Dólar nas alturas? Sim, mas há luz no fim do túnel! O que se vê hoje é um dólar que pode ter espaço para acomodação em patamares mais baixos do que os registrados no início do ano.

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